Jurisprudência por tese: quando ler as decisões deixa de ser o gargalo

O InteliLaw Juris lê decisões judiciais, agrupa-as por tese e entrega o resultado no site ou no seu assistente de IA. Veja como usá-lo no escritório, no jurídico interno e na due diligence.

Cover Image for Jurisprudência por tese: quando ler as decisões deixa de ser o gargalo

Quem pesquisa jurisprudência com frequência conhece a cena. A busca devolve centenas de acórdãos em poucos segundos, e o trabalho de verdade começa depois: abrir decisão por decisão, separar as que tratam do mesmo ponto, identificar o desfecho de cada uma e entender se aquele entendimento é isolado ou se é a regra na turma. Encontrar decisões ficou fácil. Lê-las continua custando horas.

Esse custo cresce junto com o Judiciário. Segundo o relatório Justiça em Números 2026, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o país terminou 2025 com 75,5 milhões de processos em tramitação e recebeu 40,9 milhões de casos novos ao longo do ano, o maior volume da série histórica iniciada em 2009. Em média, cada magistrado brasileiro baixou 2.366 processos, contra 252 na média europeia. Para o advogado que precisa saber como um tribunal decide uma questão, isso significa cada vez mais material para ler no mesmo tempo de sempre.

Ler e agrupar antes de concluir

O InteliLaw Juris foi desenhado para assumir a parte mecânica dessa leitura. O sistema busca em uma base de dezenas de milhões de decisões, lê os julgados com inteligência artificial e os organiza por tese. Antes de entregar o resultado, confere os trechos citados com a ementa oficial publicada pelo tribunal, para que a leitura da IA permaneça fiel ao texto da decisão.

Na prática, o Juris responde a três perguntas recorrentes na advocacia:

  • Como um tribunal decide uma tese. Os entendimentos encontrados, agrupados por tese, com as decisões que sustentam cada um.
  • O que um tribunal julga sobre um tema. As teses que a corte tem enfrentado em determinada matéria, com os julgados de cada grupo.
  • Como uma empresa ou um ente público se sai em um tribunal. A consulta é feita pelo CNPJ ou pelo nome; pessoas físicas ficam fora do escopo. Quando o relatório consegue identificar o lado de cada parte no processo, apresenta também a taxa de êxito.

Cada consulta leva de um a dois minutos. O relatório informa o período pesquisado e a parcela das decisões efetivamente analisada, e separa com clareza o que é leitura da IA e o que é texto do tribunal. Essa distinção tem valor prático: o advogado sabe exatamente o que está citando e de onde aquilo veio.

Três rotinas de trabalho

Segundo Fabiana Lima, cofundadora da InteliLaw, o produto atende a três rotinas: a dos escritórios que preparam petições, a dos departamentos jurídicos que querem entender a própria litigância e a dos profissionais que fazem due diligence sobre empresas.

No escritório, o relatório ajuda a mostrar como o tribunal de destino tem decidido a tese defendida na peça. No jurídico interno, permite enxergar em que tribunais e matérias a empresa costuma ter êxito e em quais costuma perder. Na due diligence, oferece um retrato do histórico judicial de uma empresa ou de um ente público antes de uma operação. Nos três casos, o tempo antes gasto lendo e classificando decisões volta para a análise do caso concreto.

Dois jeitos de usar

O primeiro é pelo site. A consulta gera um relatório em PDF ou Word com a tese identificada em cada decisão, o desfecho, a ementa completa e os dados do julgado. É um documento pensado para ser revisado, arquivado e, quando for o caso, incorporado ao estudo do processo.

O segundo é pelo assistente de IA que o advogado já usa. Um conector leva o Juris para dentro do Claude e do ChatGPT. Nesse modo, as respostas se apoiam na base da InteliLaw, e não na memória do modelo de linguagem, de modo que cada decisão mencionada pode ser conferida na origem. Pelo conector também é possível consultar súmulas e precedentes vinculantes do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça sem sair da conversa.

A conclusão continua sendo do advogado

Para a equipe da InteliLaw, o principal desafio da pesquisa de jurisprudência está em ler as decisões, mais do que em encontrá-las. O Juris foi construído para encurtar essa etapa. A conclusão sobre o caso, porém, cabe ao advogado.

Esse desenho segue a Recomendação nº 001/2024 do Conselho Federal da OAB, que trata do uso de inteligência artificial na advocacia e preserva a revisão do profissional sobre o que a ferramenta produz. O relatório organiza a jurisprudência e indica de onde vem cada informação. A estratégia, a escolha dos precedentes e a responsabilidade pela peça permanecem com quem a assina.

Experimente o InteliLaw Juris

Se a sua próxima petição depende de saber como um tribunal tem decidido uma tese, ou se você precisa conhecer o histórico de uma empresa no Judiciário, vale fazer uma consulta real. Acesse intelilaw.ai/juris e veja o relatório que o InteliLaw Juris entrega.