Seus dados. Suas fontes. Sua responsabilidade. Como a InteliLaw trata cada um deles.

Para onde vão os dados que você insere em uma IA jurídica? A InteliLaw responde com arquitetura, LGPD por design e rastreabilidade total.

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Um advogado abre uma ferramenta de IA jurídica e insere os fatos de um caso envolvendo disputa societária entre dois sócios. Descreve valores, percentuais, cláusulas contratuais, estratégias de saída. Em poucos minutos, a IA entrega uma minuta.

Agora, a pergunta que quase ninguém faz na hora: para onde foram esses dados?

Ficaram armazenados? Por quanto tempo? Algum outro usuário da plataforma pode acessar? Alimentaram o treinamento de algum modelo de linguagem? Quem, dentro da empresa que fornece a ferramenta, tem acesso ao que foi digitado?

Essas perguntas raramente aparecem na demonstração comercial. Mas são exatamente as que um profissional diligente deveria fazer antes de confiar informações sensíveis a qualquer plataforma de IA, especialmente quando essas informações envolvem dados de clientes, estratégias processuais e elementos protegidos por sigilo profissional.

A InteliLaw foi construída para que cada uma dessas perguntas tenha uma resposta clara.

O que acontece com seus dados na InteliLaw

Vamos ser diretos.

A InteliLaw não usa os dados identificáveis inseridos pelos usuários para treinar modelos de inteligência artificial. Nunca usou. Nunca vai usar. Isso não é uma intenção futura, é uma decisão de arquitetura tomada desde o primeiro dia. Dados anonimizados e agregados — que não permitem identificar o usuário ou terceiros — podem ser utilizados para aprimoramento da plataforma, sempre em conformidade com a LGPD e com possibilidade de opt-out pelo usuário.

Os dados de cada usuário são isolados. A arquitetura da plataforma foi desenhada para que as informações de um escritório ou profissional não sejam acessíveis por nenhum outro usuário. Cada conta opera em ambiente segregado.

A retenção de dados segue um princípio simples: o mínimo necessário. A InteliLaw armazena apenas os dados essenciais para o funcionamento da plataforma e o próprio usuário tem controle sobre suas minutas. Ele pode apagar o que produziu e eliminar os dados associados quando quiser. Não há retenção forçada de conteúdo.

A comunicação entre o navegador do usuário e os servidores da InteliLaw é criptografada em trânsito. Os dados armazenados são protegidos com criptografia em repouso. A infraestrutura roda em ambiente de nuvem profissional, com padrões de segurança compatíveis com operações que exigem confidencialidade.

Essas não são promessas genéricas. São escolhas de engenharia que refletem uma compreensão básica: quem constrói tecnologia para advogados precisa tratar dados como advogado trata dados (com sigilo, critério e responsabilidade).

LGPD: conformidade por design, não por acidente

A InteliLaw não poderia operar no mercado jurídico brasileiro sem levar a sério a Lei Geral de Proteção de Dados. Mas o compromisso com a LGPD vai além do mínimo regulatório.

A plataforma foi concebida com expertise em Direito Digital, o que significa que a proteção de dados pessoais não foi tratada como uma camada jurídica adicionada depois, mas como um princípio que orientou decisões técnicas desde a concepção.

Na prática, isso se traduz em escolhas como: minimização de dados (coletar apenas o que é necessário), finalidade específica (usar dados apenas para a operação da plataforma), controle do titular (o usuário pode acessar, corrigir e excluir seus dados) e transparência sobre o tratamento realizado.

A LGPD não é, para a InteliLaw, um checklist de compliance. É parte da cultura do produto, porque seria contraditório construir uma plataforma para profissionais do Direito sem respeitar a lei que esses mesmos profissionais aplicam no dia a dia.

Como a rastreabilidade funciona na prática

Proteger os dados do usuário é o primeiro nível de segurança. Mas, em uma IA jurídica, existe um segundo nível igualmente crítico: a segurança das fontes que sustentam o conteúdo gerado.

Quando a InteliLaw cita um artigo de lei em uma minuta, essa referência não aparece porque "soa correta". Ela aparece porque foi localizada na base de legislação federal oficial da plataforma. Quando uma jurisprudência é mencionada, ela vem acompanhada de sua origem (tribunal, número, data etc.) e pode ser verificada pelo profissional antes de integrar a peça final.

Esse é o funcionamento concreto da rastreabilidade: cada citação normativa e jurisprudencial aponta para uma fonte real, auditável e verificável. O profissional confere. Decide se usa. Assina com segurança.

Não é à toa que a Resolução CNJ nº 615/2025, que estabelece as normas para uso de IA no Poder Judiciário, exige expressamente que as fontes de dados sejam "seguras, rastreáveis e auditáveis" (art. 2º, IX). O que o CNJ determina para o Judiciário, a InteliLaw já aplica na advocacia, não por obrigação, mas por convicção de que é o único caminho sério.

A rastreabilidade é um recurso primário da plataforma. É o que permite ao profissional distinguir entre uma IA que inventa e uma IA que fundamenta.

O que a InteliLaw nunca faz

Às vezes, o que uma empresa não faz diz mais do que o que ela faz. Então vamos ser claros:

A InteliLaw nunca usa seus dados identificáveis para treinar modelos. Prompts, documentos e saídas geradas não alimentam nenhum algoritmo de aprendizado. O que você digita é seu e fica seu. Apenas dados anonimizados e agregados — sem qualquer possibilidade de identificação — podem ser utilizados para aprimorar a plataforma, e o usuário pode recusar até mesmo esse uso a qualquer momento.

A InteliLaw nunca compartilha dados entre usuários. O que um escritório insere na plataforma é invisível para qualquer outro.

A InteliLaw retém apenas o mínimo necessário. O usuário controla o ciclo de vida de suas minutas e pode solicitar a eliminação dos dados associados conforme descrito nos Termos de Uso e na Política de Privacidade.

A InteliLaw é desenhada para não apresentar fontes sem origem. Legislação e jurisprudência citadas nas minutas são rastreáveis até a base original.

Essas não são apenas políticas. São compromissos de arquitetura, decisões tomadas no nível do código, não no nível do marketing.

Por que isso importa mais do que parece

Quando um advogado usa uma ferramenta genérica de IA, um chatbot de propósito geral, por exemplo, ele muitas vezes não sabe o que acontece com os dados que insere. Não sabe se estão sendo armazenados, se alimentam treinamento, se outro usuário pode, de alguma forma, cruzar com fragmentos daquela informação. E frequentemente não tem como rastrear se a jurisprudência citada na resposta sequer existe.

Esse cenário não é hipotético. É o padrão atual de uso de IA generativa por profissionais jurídicos que não dispõem de uma ferramenta construída para o contexto deles.

A InteliLaw existe para oferecer uma alternativa a isso. Uma plataforma onde os dados são protegidos com o mesmo rigor com que o advogado protege o sigilo de seus clientes. Onde as fontes são rastreáveis com o mesmo critério com que o jurista confere suas citações. Onde a tecnologia é tratada como instrumento profissional e não como atalho sem responsabilidade.

No fim, segurança em IA jurídica, além de ser uma questão de infraestrutura, é uma questão de respeito: pelo profissional que usa, pelo cliente que confia e pelo Direito que fundamenta tudo isso.

Teste a InteliLaw. Seus dados ficam com você.